quinta-feira, 26 de julho de 2012


16 maneiras de destruir um casamento

1 – Parar de dialogar de maneira aberta e sincera.

– Alimentar a ira e ser sempre egoísta, rude e violento(a).

3 – Nunca perdoar seu cônjuge, por menores que sejam os erros dele.

4 – Passar o maior tempo possível deprimido(a) e com pensamentos negativos.

5 – Convencer seu cônjuge de que os filhos são muito mais importantes para você que ele.

6 – Ser sempre indolente e recusar-se a fazer sua parte nas tarefas de casa ou do trabalho.

7 – Gastar dinheiro com futilidades e sempre assumir dívidas altas.

8 – Adquirir vícios ou hábitos nocivos e defender seu direito de conviver com eles.

9 – Não se importar com as necessidades sexuais de seu cônjuge, desde que você obtenha o que deseja.

10 – Habituar-se a ver filmes, revistas ou propagandas com cenas de sexo explícito e comparar com seu marido (esposa) as imagens e, acima de tudo, mencionar a outras pessoas quem você acha mais atraente.

11 – Ser firme com seu marido (esposa) e recusar-se a dizer: “Desculpe-me”, “Perdoe-me” ou “Você está perdoado(a)”.

12 – Tirar Deus e seu cônjuge da lista de prioridades.

13 – Ameaçar pedir divórcio todas as vezes que surgir um conflito entre vocês.

14 – Ter um relacionamento extraconjugal ou alimentar uma paixão por outra pessoa que não seja seu marido (esposa).

15 – Sair de casa e não tentar reconciliar as diferenças.

16 – Desistir de Deus e recusar-se a acreditar que Ele é um Deus de milagres, com o poder de restaurar o amor e a esperança.

Nota: São16 atitudes que devem ser evitadas pelo casal para que possam ser felizes. 
"Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito"
(Efésios 5:33).

A estrada da vida

Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte. Provérbios 14:12, NVI

Nosso dia começou cedo, porque tínhamos uma viagem de 14 horas pela frente. Estávamos voltando para casa após visitar nosso filho e sua família.

A viagem de retorno, porém, seria diferente porque levaríamos mais dois passageiros, além de um cachorro. Nosso filho e sua menina de 8 anos viajariam conosco. Meagan estava particularmente eufórica, porque
dentro de pouco tempo veria sua priminha de três anos, Jasmine. Elas não se viam com frequência; por isso, seria divertido para as duas. Meagan se entretinha no carro, com brincadeiras de adivinhar com seu pai, quebra-cabeças com labirintos num livro ou simplesmente afagando seus brinquedos de pelúcia. Ocasionalmente, ela perguntava: “Estamos quase chegando?” Uma de nossas paradas foi perto de um riacho da montanha. Fazia bem poder esticar as pernas. Mas em seguida era hora de partir novamente.

Depois de m
ais algumas horas, Meagan perguntou de novo se estávamos chegando. Respondi que faltavam só mais três horas.

Agora era o pai dela quem dirigia. Já estava escuro, mas nos sentíamos relativamente seguros viajando numa rodovia de quatro pistas. Tínhamos, porém, consciência do perigo de cervos e outros animais silvestres na estrada. De repente, nosso filho viu luzes vindo em nossa direção, na mesma pista. Verificando rapidamente, ele conseguiu passar para a pista da direita, no instante em que um caminhão puxando um trailer passou por nós em velocidade máxima. Perguntamo-nos: O que está pensando esse motorista? Não percebeu que não é uma rodovia de mão dupla? Imediatamente, meu esposo ligou para o 911 e fizemos um retorno na rotatória seguinte. Sendo médico, nosso filho queria estar no local, e disponível, para auxiliar em caso de algum acidente. Então notamos, pelos faróis traseiros do caminhão, que ele havia parado. Teria percebido que estava na direção errada?

Mais um vez, fizemos o retorno e continuamos na direção certa. Estremeci, ao pensar em quão tragicamente poderia ter terminado nossa viagem. Na verdade, Deus ouvira a oração no início daquele dia, e enviara Seus anjos para nos proteger.

Na estrada da vida, nós – ou outras pessoas – podemos estar na direção errada, espiritualmente. Devemos pedir que Deus envie Seu auxílio para lá também, a fim de que nem nós nem elas sofram um acidente fatal.