segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Ele Experimentou a Morte
Vemos, todavia, Aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e de glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte. Hebreus 2:9 O que o apóstolo quis dizer ao afirmar que Jesus “experimentou” a morte? Crisóstomo, pregador famoso e eloquente dos primeiros séculos do cristianismo, interpretou essas palavras de forma muito interessante. Ele relacionou Jesus a um médico que, a fim de encorajar o paciente a tomar o remédio amargo, encosta os lábios no copo e toma um golinho. Assim, argumentou Crisóstomo, Jesus experimentou apenas o suficiente da amargura da morte para saber como é. Crisóstomo foi um grande pregador, mas interpretou muito mal esse texto. Jesus não tomou apenas um gole do cálice da morte; Ele bebeu tudo até o fim. Por meio da palavra “experimentar”, o apóstolo tentou nos dizer que Ele realmente morreu, realmente experimentou a morte. Observe-O no Jardim do Getsêmani, lutando em oração diante da rejeição, da crueldade e dos açoites que O aguardam, especialmente da separação do Pai ao ser pendurado na cruz do Calvário. Observe-O agonizando em oração, rogando por outro caminho. Ouça o rogo melancólico, proferido três vezes: “Meu Pai, se for possível, afasta de Mim este cálice; contudo, não seja como Eu quero, mas sim como Tu queres” (Mt 26:39). Mas isso era impossível, se desejava ganhar o mundo de volta para Deus. Assim, Ele aceitou o cálice, escolheu a morte, morreu só, morreu por todos. Ele experimentou a morte – não apenas a morte física, mas o horror da separação de Deus, que a Bíblia chama de “segunda morte” (Ap 20:6). O apóstolo nos diz que Jesus experimentou a morte “pela graça de Deus”. Acho estranha essa expressão. O favor de Deus levou Jesus à morte. Apesar de a maioria dos manuscritos antigos trazerem essa expressão, alguns dos primeiros manuscritos apresentam uma variante surpreendente. Em vez de “pela graça de Deus”, estão as palavras “sem Deus”. A mudança envolve apenas duas letras do alfabeto grego. O que parece é que algum escriba, provavelmente no segundo século, mudou duas letras ao copiar o texto. Talvez tenha achado a ideia de Jesus morrer “sem Deus” muito difícil de compreender e fez a mudança para “pela graça de Deus”. Mas Jesus realmente morreu sentindo-Se totalmente sozinho, totalmente esquecido. “Meu Deus! Meu Deus! Por que Me abandonaste?” (Mt 27:46). Oh, que Salvador, capaz de chegar a tal ponto por você e por mim!
A Graça é uma Unção
És dos homens o mais notável; derramou-se graça em Teus lábios, visto que Deus Te abençoou para sempre. Salmo 45:2 O Salmo 45 tem fascinado e inspirado os seguidores de Jesus Cristo por séculos. Apesar de em seu contexto original ser uma canção de louvor ao rei e à sua noiva, os cristãos viram, e veem, um segundo significado – um hino a um Rei maior do que Davi, ao verdadeiro Messias de Israel. Tão exaltada é a descrição que não corresponde a nenhum monarca de Israel. No verso 6 lemos: “O Teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre.” No Novo Testamento, o escritor do livro de Hebreus cita essas palavras como parte de seu argumento de que Jesus, o Filho de Deus, é maior do que qualquer anjo (Hb 1:4-14). A meditação nesse salmo inspirou a composição de hinos. Dos versos: “Prende a espada à cintura, ó Poderoso! Cobre-Te de esplendor e majestade. Na Tua majestade cavalga vitoriosamente pela verdade, pela misericórdia e pela justiça; que a Tua mão direita realize feitos gloriosos” (Sl 45:3, 4) resultou o inspirado “Jesus Conquista” (HASD, 75). Do trecho: “Todas as Tuas vestes exalam aroma de mirra, aloés e cássia; nos palácios adornados de marfim ressoam os instrumentos de corda que Te alegram” (v. 8) surgiu o solo na língua inglesa “Out of the Ivory Palaces” [Nos Palácios de Marfim]. E o salmista exclama: “És dos homens o mais notável; derramou-se graça em Teus lábios” (v. 2). Aqui a graça é uma unção, como o fragrante óleo derramado sobre a cabeça de Arão, que escorreu por sua barba e por suas vestes (Sl 133:2). Na ocasião em que Jesus visitou Nazaré, cidade em que foi criado, e levantou-Se para pregar na sinagoga, escolheu a predição de Isaías sobre o Messias: “O Espírito do Senhor está sobre Mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres” (Lc 4:18, ARA; Is 61:1, 2, ARA). À medida que falava, “todos Lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios” (Lc 4:22, ARA). Lábios ungidos, de fato! Lábios que proferiram palavras de esperança, de ânimo. Lábios que sorriram para as criancinhas. Lábios que clamaram ao Pai celestial durante noites inteiras de oração. Lábios que agonizaram no Getsêmani, à sombra da cruz. Esse foi Jesus, o Messias, o Ungido, cheio de graça e verdade. Esse foi – e é – nosso Salvador, Senhor e Amigo. Apesar de nunca atingirmos a perfeição de Sua existência, Ele nos chama a seguirmos os Seus passos. Nós também podemos conhecer a unção da graça, em nossos lábios, em qualquer lugar. Sim, hoje. Agora. Apenas peça-a a Ele.

quinta-feira, 26 de julho de 2012


16 maneiras de destruir um casamento

1 – Parar de dialogar de maneira aberta e sincera.

– Alimentar a ira e ser sempre egoísta, rude e violento(a).

3 – Nunca perdoar seu cônjuge, por menores que sejam os erros dele.

4 – Passar o maior tempo possível deprimido(a) e com pensamentos negativos.

5 – Convencer seu cônjuge de que os filhos são muito mais importantes para você que ele.

6 – Ser sempre indolente e recusar-se a fazer sua parte nas tarefas de casa ou do trabalho.

7 – Gastar dinheiro com futilidades e sempre assumir dívidas altas.

8 – Adquirir vícios ou hábitos nocivos e defender seu direito de conviver com eles.

9 – Não se importar com as necessidades sexuais de seu cônjuge, desde que você obtenha o que deseja.

10 – Habituar-se a ver filmes, revistas ou propagandas com cenas de sexo explícito e comparar com seu marido (esposa) as imagens e, acima de tudo, mencionar a outras pessoas quem você acha mais atraente.

11 – Ser firme com seu marido (esposa) e recusar-se a dizer: “Desculpe-me”, “Perdoe-me” ou “Você está perdoado(a)”.

12 – Tirar Deus e seu cônjuge da lista de prioridades.

13 – Ameaçar pedir divórcio todas as vezes que surgir um conflito entre vocês.

14 – Ter um relacionamento extraconjugal ou alimentar uma paixão por outra pessoa que não seja seu marido (esposa).

15 – Sair de casa e não tentar reconciliar as diferenças.

16 – Desistir de Deus e recusar-se a acreditar que Ele é um Deus de milagres, com o poder de restaurar o amor e a esperança.

Nota: São16 atitudes que devem ser evitadas pelo casal para que possam ser felizes. 
"Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito"
(Efésios 5:33).

A estrada da vida

Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte. Provérbios 14:12, NVI

Nosso dia começou cedo, porque tínhamos uma viagem de 14 horas pela frente. Estávamos voltando para casa após visitar nosso filho e sua família.

A viagem de retorno, porém, seria diferente porque levaríamos mais dois passageiros, além de um cachorro. Nosso filho e sua menina de 8 anos viajariam conosco. Meagan estava particularmente eufórica, porque
dentro de pouco tempo veria sua priminha de três anos, Jasmine. Elas não se viam com frequência; por isso, seria divertido para as duas. Meagan se entretinha no carro, com brincadeiras de adivinhar com seu pai, quebra-cabeças com labirintos num livro ou simplesmente afagando seus brinquedos de pelúcia. Ocasionalmente, ela perguntava: “Estamos quase chegando?” Uma de nossas paradas foi perto de um riacho da montanha. Fazia bem poder esticar as pernas. Mas em seguida era hora de partir novamente.

Depois de m
ais algumas horas, Meagan perguntou de novo se estávamos chegando. Respondi que faltavam só mais três horas.

Agora era o pai dela quem dirigia. Já estava escuro, mas nos sentíamos relativamente seguros viajando numa rodovia de quatro pistas. Tínhamos, porém, consciência do perigo de cervos e outros animais silvestres na estrada. De repente, nosso filho viu luzes vindo em nossa direção, na mesma pista. Verificando rapidamente, ele conseguiu passar para a pista da direita, no instante em que um caminhão puxando um trailer passou por nós em velocidade máxima. Perguntamo-nos: O que está pensando esse motorista? Não percebeu que não é uma rodovia de mão dupla? Imediatamente, meu esposo ligou para o 911 e fizemos um retorno na rotatória seguinte. Sendo médico, nosso filho queria estar no local, e disponível, para auxiliar em caso de algum acidente. Então notamos, pelos faróis traseiros do caminhão, que ele havia parado. Teria percebido que estava na direção errada?

Mais um vez, fizemos o retorno e continuamos na direção certa. Estremeci, ao pensar em quão tragicamente poderia ter terminado nossa viagem. Na verdade, Deus ouvira a oração no início daquele dia, e enviara Seus anjos para nos proteger.

Na estrada da vida, nós – ou outras pessoas – podemos estar na direção errada, espiritualmente. Devemos pedir que Deus envie Seu auxílio para lá também, a fim de que nem nós nem elas sofram um acidente fatal.

terça-feira, 24 de julho de 2012


Deus é bom

Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre. Salmo 23:6

Quando falamos com o Senhor e reconhecemos Suas bênçãos de bondade e amor, há muito pelo qual sermos agradecidas.

Minha amiga, que conheci num retiro de mulheres, ensinou-me muito, por seu exemplo de singela confiança em Deus. Quando viajei com ela de carro, notei como falava em voz alta com Jesus, pedindo segurança e orientação. Ela negociava problemas do trânsito com paciência e calma, e não pude deixar de sentir a presença de Jesus conosco. Eu nem devia ter-me admirado diante disso, porque a Bíblia nos diz: “Aproximem-se de Deus, e Ele Se aproximará de vocês!” (Tiago 4:8, NVI). É possível que, às vezes, nos esqueçamos dessas coisas, e é bom ter uma amiga – ou ser a amiga – que anima outra na caminhada diária com Jesus.

Há ocasiões incontáveis em que a bondade de Deus nos cerca, mesmo nas lutas da vida. Alguns anos atrás, nosso filho mais novo foi deixado pela esposa. Ele ficou com dois meninos, de 7 e 8 anos, para criar sozinho. Ter a responsabilidade exclusiva pelo cuidado deles significou alguns períodos difíceis. A natureza do seu emprego envolvia viagens regulares fora do estado, para gerenciar os negócios de uma grande empresa. Nessas ocasiões, meu esposo e eu íamos cuidar dos meninos em Adelaide, umas duas horas de onde moramos. Como todos os pais fazem, anelávamos a felicidade e estabilidade da nossa família, e por isso a situação se tornou motivo de oração.

Não sei como Deus atua ao responder às nossas petições, mas podemos descansar sabendo que Ele ouve, Se interessa e faz o que é melhor pelas nossas necessidades específicas. Num acampamento do Ministério da Mulher, senti-me impressionada a colocar o nome do nosso filho num diário de oração: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16). O Senhor achou por bem responder mandando uma admirável mulher para nosso filho, e, no devido tempo, casaram-se. Louvamos a Deus por essa bondade, pois os dois meninos tiveram, então, a oportunidade de crescer num ambiente familiar cristão.

Olhando para trás, para as evidências da guia de Deus na minha vida e na de minha família, creio firmemente que é só pela prática da presença de Cristo na vida que podemos resistir. Que eu testemunhe disso aos outros, assim como minha amiga revelou por seu exemplo para mim – Deus é bom!

Pertencer e Servir


  Porque, esta mesma noite, um anjo de Deus, 
  de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo. 
  Atos 27:23, ARA 



Paulo é o remetente; os destinatários, um grupo de pessoas desesperadas. Ao todo eram 276 pessoas e, por 14 dias e noites de terrível angústia, parecia que seriam todas sepultadas nas águas do oceano à medida que o navio em que estavam a bordo era surrado pelo vento e esmurrado pela violenta tempestade.


A viagem tinha sido arriscada desde o início. Paulo havia advertido de que não era mais época de tentar prosseguir viagem pelo Mediterrâneo. O responsável, porém, decidiu seguir o conselho do comandante e do proprietário do navio. Não era de admirar que o desastre os tivesse atacado repentinamente.

Por 14 dias estiveram à beira da morte. A esperança de todos de encontrar um lugar seguro parecia ter desaparecido. Paulo, no entanto, os animou. Disse-lhes que um anjo havia aparecido para ele durante a noite, assegurando de que Deus pouparia a vida de todos a bordo, apesar de o navio se perder. Para demonstrar sua confiança nas palavras do anjo, Paulo se alimentou (na luta pela sobrevivência, ninguém havia comido até aquele momento a fim de poupar alimento) e insistiu para que os outros fizessem o mesmo.

Gosto muito da maneira com que Paulo descreveu seu relacionamento com Deus: “de quem sou e a quem sirvo”. Aqui estava a confiança de Paulo de que tudo acabaria bem; aqui encontramos a fonte de sua força em meio à incerteza, sua calma em meio à tempestade.

Esse ainda é um resumo bom e preciso da vida cristã: pertenço a Deus e O sirvo. Podemos mudar um pouquinho e dizer: pertenço a Deus; por isso, O sirvo.

Anos antes, o mesmo apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, instando que se abstivessem da imoralidade sexual: “Acaso não sabem [...] que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo” (1Co 6:19, 20). E quanto a nós hoje, sabemos disso? Não somos de nós mesmos, não somos livres para “fazer o que bem entendemos”. Pertencemos a Deus! Fomos comprados por preço, alto preço, a vida do Senhor Jesus Cristo.

Paulo utilizou com frequência o termo doulos para descrever seu relacionamento com Deus. Esse termo significa escravo ou servo, como podemos ver em Romanos 1:1: “Paulo, servo de Cristo Jesus.” Jesus é o Senhor; nós, Seus servos. Vivemos por Ele e O servimos. Não por obrigação, mas de todo coração. Ele é o Senhor do amor; sujeitamo-nos a Ele com alegria e O servimos com prazer.

segunda-feira, 23 de julho de 2012


3 Dicas – Quero sentir a presença de Deus






Elizi – “Não tenho sentido mais a presença de Deus como antigamente. Além do mais estou com um vício que está me prejudicando muito. Não quero mais pecar, mas não consigo”.

Amiga, estou percebendo que você sabe o que significa andar na presença de Deus. Em algum momento de sua vida você foi se distanciando e depois de tantas concessões acabou longe de Deus e amarrada aos vícios. Tudo bem, não entre em desespero, mas é preciso fazer o caminho de volta.

Vamos às 3Dicas:

1. O primeiro passo é tomar a sua decisão em favor de Jesus. O Espírito Santo tem apelado ao seu coração e lhe mostrado que você não pode continuar nesse caminho. Deus a ama demais para perdê-la. Sua decisão irá ajuda-la a agir em favor de Cristo.

2. Peça perdão pelos seus pecados e inicie uma busca por Deus, como nunca fez em sua vida. Enquanto isso não se preocupe com o seu vício. Deus fará um milagre em sua vida.

3. Voltar não é fácil porque o inimigo de Deus não facilita as coisas. Lembre-se que sua luta nunca será contra pessoas e sim contra principados e potestades do mal. Então, se cair novamente, levante-se imediatamente e prossiga em direção ao Salvador. E por fim, sua vitória se dará pela sua persistência em buscar a Deus.

Elizi, não desista, enfrente corajosamente o desafio e permita que Jesus seja o seu Deus.

Nosso texto: Salmo 91:14-15

“Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome. Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei”.

3 Dicas – “Estamos vivendo uma guerra jamais vista no meio cristão – a dormência espiritual”







Ana: “Lendo os comentários, percebo que estamos vivendo uma guerra jamais vista no meio cristão – a dormência espiritual. Venho lutando diariamente contra este mal que me atinge também e fico me perguntando e questionando o porquê. Hoje me deparei com esta página que me deu coragem e forças para verdadeiramente buscar a Deus. Vejo o quanto necessito da unção do Espírito Santo em minha vida. Estamos vivendo os últimos momentos deste planeta. Já podemos ouvir os passos de Jesus se aproximando. Vamos nos unir em oração. Fiquem na paz do Eterno”.

Olá Ana, sua mensagem me deixou muito feliz com suas palavras e apelos. É bom demais encontrarmos pessoas com o seu nível de sensibilidade espiritual. Deus deseja filhos quebrantados de coração e que anseiam pelo Seu Espírito. Louvado seja o nome do Senhor Jesus!

Vamos às 3 Dicas para nos mantermos crescendo no Espírito:


1.Está acontecendo sem tréguas uma guerra espiritual muito pesada – a luta do bem contra o mal. Sendo assim, não viva de maneira ingênua e destituído das armas espirituais. Use a oração, meditação, leitura da Bíblia e o testemunho para fortalecer suas resistências espirituais – mas tem que ser uma prática diária.

2.Existe, por parte do inimigo de Deus, um arsenal de munições para destruir qualquer iniciativa espiritual em favor da obediência a Deus. Então, identifique-os para resistir contra todo aquilo que concorre contra Jesus em seu coração, como: programas seculares de TV, como novelas, filmes e programas de humor e de auditório; músicas imorais e apelativas; sites com conteúdos impróprios e tudo aquilo que contamina o coração.

3.Cuide dos seus cinco sentidos e mantenha-os limpos e desobstruídos para a atuação máxima do Espírito Santo. Tenha muito cuidado também com o que você come e bebe para que sua mente seja mantida lúcida e sensível à voz de Deus.

Nosso texto: Filipenses 4:8

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

domingo, 22 de julho de 2012








Estações da Alma.



Semeiem a retidão para si, colham o fruto da lealdade, e façam sulcos no seu solo não arado; pois é hora de buscar o Senhor, até que Ele venha e faça chover justiça sobre vocês. Oseias 10:12


Em nossa vida cristã passamos por estações espirituais. São momentos característicos em nosso relacionamento com Deus.

A primavera da alma nos encontra repletos de energia e entusiasmo, ardentes em nosso primeiro amor, cheios de alegria pela descoberta das riquezas da graça.

No verão, nosso poder espiritual aumenta e amadurece à medida que o Senhor nos conduz a novos e empolgantes vislumbres de Sua glória.

O fruto do Espírito atinge o auge de sua doçura no outono, época em que o julgamento e o discernimento espiritual nos capacitam a ver com clareza e a proclamar prontamente os valores do Céu.

No inverno, nossa vida está protegida com o branco puro da justiça de Cristo, corrigindo as nossas imperfeições, eliminando a sujeira e a feiura. Por baixo dessa proteção, a vida está em atividade e crescimento, preparada no bom tempo de Deus para romper no glorioso espetáculo da primavera.

Há outras maneiras de encarar as estações da alma, claro. O inverno pode nos encontrar congelados e sem vida, a força da vida espiritual está aparentemente enterrada por baixo do peso da negligência e de oportunidades perdidas. No outono podemos agir de forma cansada e indiferente. Até mesmo no verão podemos despender todas as energias em fazer o trabalho do Senhor para a exaltação do nosso próprio ego em vez de colocarmos o Senhor e o Seu reino em primeiro lugar.

Passamos pelas estações da alma, às vezes progredindo à medida que o Senhor nos conduz da primavera para o verão, em seguida para o outono e depois para a beleza do cenário do inverno. Infelizmente, saltamos de um lado para o outro. O caminho de nossa vida espiritual é cheio de curvas e sequências de altos e baixos, em vez de uma linha reta em direção à plenitude de vida em Cristo. Começamos bem, mas recuamos. Nossas decisões são frágeis e inconstantes.

Esse não é o modo do Senhor agir, mas nosso. Somos fracos, falhos. Mas Ele é bondoso e paciente. Ele está atento a tudo o que ocorre em nossa vida, não apenas às ocasionais ações de bondade ou maldade, e isso é o que conta. Ele nos educa, molda-nos e aperfeiçoa-nos como joias para a glória eterna. Busquemos a Deus hoje de todo o coração.

20 motivos do Salmo 103 para adorar a Deus.


1 – Ele perdoa todos os meus pecados.

2 – Ele cura todas as minhas doenças.

3 – Ele resgata a minha vida da sepultura.

4 – Ele me coroa de bondade e compaixão.

5 – Ele enche minha vida de bens.

6 – Ele faz justiça e defende a causa dos oprimidos.

7 – Ele manifesta os Seus caminhos.

8 – Ele é compassivo.

9 – Ele é misericordioso.

10 – Ele é paciente e cheio de amor.

11 – Ele não me acusa sem cessar.

12 – Ele não fica ressentido para sempre.

13 – Ele não me trata segundo os meus pecados.

14 – Ele tem grande amor para os que O temem.

15 – Ele afasta para longe as minhas transgressões.

16 – Ele tem compaixão de nós.

17 – Ele sabe que somos pó.

18 – Seu amor é eterno.

19 – Ele abençoa os filhos e netos daqueles que O temem.

20 – Ele estabeleceu Seu trono e governa sobre tudo.

sábado, 21 de julho de 2012


Serei eu uma boa esposa aos olhos de Deus?

Além de avaliar ao outro, quando pensamos em unir-nos em matrimônio, precisamos avaliar a nós mesmas. Serei eu uma boa esposa aos olhos de Deus? Essa pergunta deve ser motivo de reflexão durante todo o período de preparo para o casamento.Talvez você tenha defeitos que podem ser corrigidos a tempo. Talvez precise mudar a data do casamento para que tenha tempo de trabalhar alguma característica que carece ser mudada antes de assumir as responsabilidades de um lar.
É ingenuidade pensar que estaremos 100% prontas para sermos boas esposas antes de casar, pois ser boa esposa é algo que aprendemos diariamente, mesmo depois de casadas. Mas precisamos ter qualidades mínimas, recomendadas por Deus:

“Procure o jovem, para lhe ficar ao lado, aquela que esteja habilitada a assumir a devida parte dos encargos da vida, cuja influência o enobreça e refine, fazendo-o feliz com seu amor.
‘Do Senhor vem a mulher prudente.’ Prov. 19:14. ‘O coração do seu marido está nela confiado. … Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.’ Prov. 31:11 e 12. ‘Abre a boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. Olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos, e chamam-na bem-aventurada; como também seu marido, que a louva, dizendo: Muitas filhas agiram virtuosamente, mas tu a todas és superior.’ Prov. 31: 26-29. O que consegue tal esposa ‘acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do Senhor’. Prov. 18:22. A Ciência do Bom Viver, pág. 359.Eis algumas coisas que devem ser consideradas: Trará aquela a quem desposais, felicidade a vosso lar? É econômica, ou há de, quando casada, gastar não somente todos os seus rendimentos, mas todos os vossos, para satisfazer a vaidade, o amor da aparência? São seus princípios corretos nesse sentido? Possui ela agora alguma coisa de que possa depender? … Sei que no espírito de um homem absorvido pelo amor e pensamentos de casamento, estas perguntas serão varridas para longe como de nenhuma importância. Estas coisas, no entanto, devem ser devidamente consideradas, porquanto têm que ver com vossa vida futura. …
Em vossa escolha de uma esposa, estudai-lhe o caráter. Será ela paciente e laboriosa? Ou deixará ela de cuidar de vossa mãe e vosso pai justamente ao tempo em que eles necessitam de um filho forte em que se apoiarem? Ou há de ela afastar esse filho do convívio deles a fim de levar avante seus planos e servir a seu prazer, deixando o pai e a mãe que, em vez de ganharem uma filha afetuosa, perderam um filho? Carta 23, 1886.” O Lar Adventista, p. 45 e 46

Devemos cultivar um caráter segundo a vontade de Deus. Nosso caráter diz não apenas o que somos, mas o que podemos vir a ser. Sempre existem comportamentos que precisam ser trabalhados. Contudo, um rapaz que ouve a voz de Deus escolherá uma moça que esteja disposta a trabalhar esses comportamentos, que reconheça a necessidade de mudança, que entregue sua vida a Deus para que Ele aperfeiçoe seu caráter. Ele não precisa acreditar que você está totalmente pronta, mas precisa acreditar que você tem condições e disposição para aperfeiçoar-se continuamente.

Você está disposta a ser uma boa esposa aos olhos de Deus?

O casamento não mata o amor

O que faz o amor durar? O texto é de Annete Bowen e as dicas que ela oferece, todas elas aplicadas em seu próprio casamento, são simples, porém eficientes. Uma leitura que vale apena ser desfrutada até o final. Seu casamento não merece?

Tenho uma amiga que está se apaixonando. Ela afirma honestamente que o céu está mais azul; tem notado a suave fragrância das flores ao lado de sua garagem, embora antes passasse por elas sem parar; e Mozart a leva às lágrimas. Em resumo, a vida nunca foi tão excitante. “Sou jovem, novamente!” diz ela de maneira exuberante. Tenho de admitir que o rapaz deve ser melhor que as clínicas de emagrecimento. Ela já perdeu sete quilos e está parecendo uma modelo de capa de revista.

Enquanto minha amiga delira com seu novo romance, dei uma investigada no meu velho amor. Meu marido, Scott, ainda não teve a crise da meia-idade, mas é candidato a tê-la. As entradas em seu cabelo estão se acentuando, e já ganhou sete quilos. Antes ele era um corredor de maratonas, feito só de músculos e nervos, e agora corre somente nos corredores do hospital. Seu corpo mostra os sinais de longas horas de trabalho e excesso de açúcar. No entanto, ele ainda consegue me lançar um cativante olhar do outro lado da mesa do restaurante que me faz desejar pedir a conta imediatamente e ir direto para casa.

Meu natural brilho já diminuiu um pouquinho depois de 16 anos. Posso ficar com uma ótima aparência quando julgo necessário, mas não penso duas vezes em andar pela casa com meu velho abrigo largo e com as meias de lã cinza do meu marido.

Minha amiga perguntou-me: “O que faz este amor durar?” Eu lhe disse que iria pensar em sua pergunta.

Examinei todas as razões óbvias: dedicação, interesses partilhados, abnegação, atração física, habilidade de nos comunicarmos; contudo, encontrei outras. Por exemplo:

DIVERSÃO – Temos momentos engraçados espontâneos. Um dia, enquanto estamos na mercearia, dividimos a lista e depois saímos correndo para ver quem pegava as coisas e chegava ao balcão para pagar primeiro. Fizemos do jantar que nós dois preparamos juntos uma obra de arte. Mesmo lavar louça juntos pode ser uma coisa fabulosa. Apreciamos o simples fato de estarmos juntos.

PEQUENAS SURPRESAS – Certa vez, quando cheguei do trabalho havia um bilhete na porta da frente. Esse bilhete me levou a outro, e depois a outro, até que – depois de muitos bilhetes cheguei ao armário embutido. Abri a porta e encontrei Scott segurando um “pote de ouro” (minha chaleira) e o “tesouro” (um presente embrulhado). Ele ficou se escondendo ali durante uma hora, pulando de volta para o armário cada vez que ouvia passos na escada. Desde então, sempre deixo bilhetes para ele no espelho ou coloco pequenos presentes em seu travesseiro.

COMPREENSÃO – Eu compreendo porque ele tem de jogar basquete com os amigos regularmente. E ele entende por que, mais ou menos uma vez ao ano, eu preciso ficar longe da casa, do telefone, das crianças – e mesmo dele – para encontrar minhas irmãs em algum lugar e passar alguns dias com elas, descontraidamente.

PARTICIPAÇÃO MÚTUA – Não apenas partilhamos as contas a pagar, as preocupações do lar, os fardos da paternidade e da cozinha – partilhamos também ideias. Scott chegou de um congresso médico e me presenteou com um volumoso clássico histórico. Fiquei feliz ao ouvi-lo dizer que lera o livro no avião. Esta confissão veio de um homem que ama ficção científica e histórias policiais. Ele o leu porque desejava estar apto a partilhar comigo ideias sobre o livro após minha leitura.

ABERTURA – É confortante saber que posso dizer à garçonete: “Traga-me apenas um garfo, por favor. Quero só um pedacinho da sobremesa dele”. Sei que ele permite que eu tire um pedacinho. Se Scott realmente quer cada pedacinho da sua sobremesa, sei que ele vai dizer: “Desculpe, mas peça uma para você!” E se ele não quer dividi-la, não fico ofendida.

PERDÃO – Quando sou muito barulhenta e bagunceira nas festas e deixo nós dois envergonhados por não saber quando calar a boca, Scott me perdoa. Ele sabe que não posso resistir a um bom monopólio da conversa. Eu o perdoei também quando ele chegou em casa e disse que havia perdido parte de nossas economias na bolsa de valores. Dei-lhe um abraço e disse bravamente: “Tudo bem. É apenas dinheiro”.

SENSIBILIDADE – Sei como não ficar censurando-o por chegar tarde quando ele vem do hospital com uma certa expressão nos olhos; certamente foi um dia pesado. Numa ocasião ele entrou pela porta com aquela expressão de cansaço nos olhos. Depois de ter passado algum tempo com as crianças e ter jantado, pergunte-lhe: “Que aconteceu?” Ele me contou sobre uma senhora de 60 anos que havia tido um derrame. Apesar de todo o esforço que fizera durante quatro horas, ela ainda estava em coma.
Quando ele voltou ao quarto do hospital para vê-la, chorou ao ver o marido daquela senhora, em pé a seu lado, acariciando a mão dela. Scott chorou novamente ao me dizer que achava que aquela mulher não ia sobreviver. E como iria ele dizer ao homem que havia sido o esposo dela por quarenta anos que provavelmente ela nunca se recuperaria?
Fiquei emocionada. Porque ainda há pessoas que estão casadas há quarenta anos e porque meu marido ainda se comove e se preocupa, mesmo depois de 16 anos de atividades hospitalares.

CONHECIMENTO – Sei que Scott colocará sua roupa para lavar com vergonha do incômodo que causa toda noite; sei que ele estará sempre atrasado para a maioria dos compromissos; que deixará o jornal espalhado pelo chão três vezes em cinco; e que vai comer o último doce da caixa. Ele sabe que durmo com um travesseiro em cima da cabeça; que estou sempre nos trancando fora da casa ou do carro; que sempre tenho um chilique antes das férias; e que eu também vou comer o último doce da caixa.

Acho que nosso amor perdura porque é confortável. Não, o céu não é mais azul – é simplesmente de um matiz familiar. Não estamos notando muitas coisas novas sobre a vida ou sobre o outro, mas gostamos do que já notamos e tiramos proveito de reaprender isso. A música ainda tem significado porque conhecemos as harmonias. Não nos sentimos mais totalmente jovens. Já experimentamos muita coisa que contribuiu para nosso amadurecimento e sabedoria, que já cobrou seu tributo sobre nossos corpos, e que criou nossa caixa de memórias entesouradas.

Espero que tenhamos obtido o necessário para fazer nosso amor perdurar. Quando eu era jovem e noiva, mandei gravar na aliança de Scott este verso de Robert Browning: “Envelheça comigo!” Estamos seguindo essas instruções.

A sua Religião é a mesma de Jesus?

Visitando ao siteBíblia.com.br me deparei com essa pergunta intrigante: "A sua religião é a mesma de Jesus?"

Quero lhe convidar a refletir em sua própria religião. Será que ela é a mesma de Jesus? Não se trata de questionar suas convicções ou que igreja você frequenta. A pergunta é se você está vivendo como Jesus viveu e ensinou.

A maneira como Jesus amou seus amigos e a paciência com que tratou seus inimigos, o tempo que Ele dedicava a oração, o compromisso que tinha em obedecer o que estava nas escrituras e as ordens do Pai… tudo isso revela a religião de Jesus.

Meu convite é para que você siga o exemplo dEle. Torne a Bíblia seu principal livro de leitura. A lâmpada para seus pés e a luz para seus caminhos. Lendo e seguindo os ensinamentos da Bíblia você poderá dizer que a sua religião é a mesma de Jesus.

Em breve estarei compartilhando um guia de estudos da Bíblia para que você possa estar examinando as Escrituras, assim como instruiu Jesus que você deveria fazer: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim" (João 5:39).

sexta-feira, 20 de julho de 2012


7 verdades acerca do perdão


1 – O perdão nos traz bênçãos.“Quando ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes. Não retribuam mal com mal, nem insulto com insulto; ao contrário, bendigam; pois para isso vocês foram chamados, para receberem bênção por herança” (I Pedro 3:8-9).

2 – O perdão abre caminho para sermos perdoados. “Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados” (Lucas 6:37).

3 – O perdão nos faz esquecer e prosseguir. “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13-14).

4 – O perdão nos liberta para adorar o Senhor de todo o coração.“Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta” (Mateus 5:23-24).

5 – O perdão comprova que somos bondosos e compassivos. “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Efésios 4:32).

6 – O perdão nos torna semelhantes a Cristo. “Perdoem como o Senhor lhes perdoou” (Colossenses 3:13).

7 – Quando perdoamos, encontramos paz e nos livramos da amargura. “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor. Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus; que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando muitos” (Hebreus 12:14-15).

(Textos bíblicos na Nova Versão Internacional .

A Graça do Perdão

  Então mandaram um recado a José, dizendo: 
  “Antes de morrer, teu pai nos ordenou que te 
  disséssemos o seguinte: ‘Peço-lhe que perdoe 
  os erros e pecados de seus irmãos que o 
  trataram com tanta maldade!’ Agora, pois, 
  perdoa os pecados dos servos do Deus do teu pai.” Quando recebeu o recado, José chorou. Gênesis 50:16, 17 



O perdão é como a chuva: lava a culpa e a vergonha, tornando-nos limpos novamente. O perdão é como o vento: sopra para longe a sujeira e a imundície. O perdão é como a neve: cobre nossas mágoas e nossas falhas, completando-nos. O perdão é como o oceano: esconde-nos na profundeza infinita do amor.


Perdoar, porém, é difícil. Quando alguém nos faz algum mal, nossa inclinação natural é exigir olho por olho, dente por dente. Às vezes parece que perdoar é ser benevolente demais com o pecado e o pecador.

Somente poderemos perdoar verdadeiramente (o perdão que não mantém um registro dos erros cometidos contra nós) ao experimentarmos o perdão maravilhoso que a graça oferece. Ao entendermos a grandiosidade da misericórdia de Deus por nós, qualquer erro que alguém venha a cometer contra nós perde a intensidade pela comparação. O perdão de Deus nos liberta para estender o perdão a outros. “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Ef 4:32).

Há algum tempo, eu estava em meu escritório ouvindo boquiaberto as palavras do homem à minha frente. O pastor Amon Rugelinyange, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Ruanda, serenamente narrou os eventos ocorridos em seu país durante o genocídio de 1994, em que 800.000 pessoas foram assassinadas durante 100 dias de violência. Entre essas pessoas estavam a esposa do pastor Rugelinyange, seus três filhos e nove netos.

Essa história, por mais horrível que seja, não foi a causa de minha admiração. Aquele sincero e humilde homem de Deus falou sobre o perdão. Falou de sua luta para perdoar os assassinos de sua esposa e de seus queridos. Falou também que o fato de Deus nos perdoar o capacitou a oferecer o perdão aos autores dessa atrocidade. Descreveu como a igreja que ele lidera se tornou um meio de reconciliação, especialmente para os prisioneiros, muitos dos quais são assassinos, alcançando grande número de pessoas pela graça de Cristo. Uma irmã que viu o marido ser açoitado até a morte e que foi deixada para morrer, mas sobreviveu, mais tarde perdoou o assassino e o levou para morar em sua casa, “adotando-o” como filho.

José chorou diante do pedido de perdão dos irmãos, que mentiram a respeito do pedido do pai. José chorou, pois já lhes havia perdoado.


Deixa EU cuidar de tudo

Deixe que eu cuide de todas as suas coisas e tudo será melhor. Quando você se entregar a Mim, tudo se resolverá com tranquilidade segundo Meus designos. Não se desespere, não Me dirija uma oração agitada, como se quisesse exigir o cumprimento dos seus desejos. Feche os olhos da alma e diga-me com calma: Jesus, eu confio em Ti.

Evite as preocupações, as angústias e os pensamentos sobre o que pode acontecer depois. Não bagunce os Meus planos, querendo impor suas ideias. Deixa-me ser Deus e atuar com liberdade. Se abandone confiadamente em Mim. Repouse em Mim e deixe em Minhas mãos o seu futuro. Diga-me frequentemente: Jesus, eu confio em Ti.

O que mais danos lhe causa são suas razões, suas próprias ideias e você querer resolver as coisas a sua maneira. Quando me disser: Jesus, eu confio em Ti, não seja como o paciente que pede ao médico que o cure, porque lhe sugere o modo de fazer. Deixe se levar em Meus braços divinos, não tenha medo, EU TE AMO.

Se acredita que as coisas pioram ou se complicam apesar de sua oração siga confiando. Feche os olhos da alma e confia. Continue dizendo a toda hora: Jesus, eu confio em Ti.

Necessito das mãos livres para fazer a Minha obra. Mesmo que a dor seja tão forte, a ponto de derramar lágrimas dos seus olhos; Estarei com você e com a sua família em todos os momentos. Diga: Jesus, eu confio em Ti.

Confia só em Mim, abandona-se em Mim, jogue para Mim todas as suas angústias e durma tranquilo. Diga-me sempre: Jesus, eu confio em Ti, e verás acontecer grandes milagres. Eu lhe prometo por meu amor.

Deus não desiste de você







Deus não desiste de você, não abre mão de andar à sua procura, de buscá-lo. Você pode estar desiludido de tudo e de todos. As asperezas da vida talvez deixaram em você marcas de sofrimento e talvez você não creia mais em nada. Mas, Deus não desiste de você. Ele o ama. Mesmo desapontado, descrente de tudo, revoltado, Deus ainda o ama. Seu amor por você não tem fim. Comoeu sei que Ele o ama? Convido você, meu querido ouvinte, a olhar para a cruz do Calvário. O Filho de Deus morrendo por você. A cruz é a revelação assombrosa do grandioso amor de Deus por mim e por você. Considerando a grandeza desse amor, volte-se para Ele. Não O deixe esperar mais. Ele está lhe dizendo: “Filho meu, dá-me teu coração.” Qual será sua resposta agora? Aonde irás?

quinta-feira, 19 de julho de 2012


Como Espalhar Felicidade






"Tenham uma conversa sensata e agradável" 
(Colossenses 4:6, A Bíblia Viva).

Na cidade de Nova York, Art Buchwald estava andando de táxi com um amigo. Quando desembarcaram, o amigo disse ao motorista do táxi: – Muito obrigado. O senhor fez um excelente trabalho. – Você é algum engraçadinho ou o quê? – perguntou o motorista. – Não – respondeu o amigo de Art. – Estou falando sério. Admirei o modo como o senhor se manteve calmo nesse trânsito terrível.

O motorista resmungou alguma coisa e foi embora. – Qual foi o "papo"? – perguntou Art. – Estou procurando trazer o amor de volta a Nova York – respondeu o amigo.

Alguns metros adiante, os dois homens passaram por operários que comiam o lanche no canteiro de obras de uma construção. O amigo de Art parou para comentar: – Que trabalho magnífico vocês estão fazendo!

Os homens continuaram a comer em silêncio, mas olharam para ele como se quisessem dizer: "O que você quer da gente?" – Essa construção é impressionante – acrescentou o amigo de Art antes de continuar caminhando. – Vocês todos devem estar muito orgulhosos!

Depois de estarem a certa distância, o amigo de Art disse: – Aqueles homens ficarão um pouco mais felizes com o que eu disse. E de alguma forma a cidade se beneficiará com a alegria deles.

Ellen White aconselha:"Não deixem passar desaproveitada a oportunidade de dizer palavras animadoras que inspirem confiança" (Testemulhos Para a Igreja, v. 5, p. 613). "Deveríamos ser abnegados, procurando sempre oportunidades, mesmo nas pequenas coisas, para mostrar gratidão pelos favores que temos recebido de outros e procurando ocasião de alegrar a outros e aliviar-lhes as tristezas e as cargas por atos de amável bondade e pequenos atos de amor" (O Lar Adventista, p. 428).

Pense no "efeito dominó" de uma palavra bondosa. Suponha que dois daqueles homens a quem o amigo de Art elogiou tenham sido motivados a falar palavras bondosas para outras duas pessoas no dia seguinte. Se esse processo continuasse, no sétiimo dia 120 pessoas teriam ouvido uma palabra bondosa. No décimo quarto dia, 16.000 vidas teriam sido tocadas pelo amor. Depois de três semanas, dois milhões de pessoas teriam sido abençoadas.

Ser amigo significa apreciar os outros, procurando oportunidade de alegrá-las e aliviar-lhes os fardos com pequenos atos de ternura e amor. 

Como orar?


Algumas pessoas têm muita dificuldade para orar. Outras acham que sabem, mas, no fundo do coração, não se sentem satisfeitas com o seu desempenho. Já ouvi pessoas dizendo: “minha oração não passa do teto”.
Na verdade, orar é bater papo com o grande amigo Jesus Cristo. É preciso senti-Lo como uma pessoa que está presente para uma boa conversa. É preciso treinar a mente para isso. Desejo compartilhar com você dicas sobre como desenvolver uma intimidade maior com Deus na oração. Cada um tem a sua maneira, mas, para quem ainda não aprendeu, que tal praticar agora?

Então, vamos lá:

1. Coloque-se de joelhos – é importante você estar em um lugar em que se sinta confortável e seguro. Uma pessoa se ajoelha diante de Deus, não para fazer um tipo de penitência, mas para demonstrar que reconhece a soberania dEle.

2. Permaneça de olhos abertos (se desejar) – apenas por alguns segundos para observar a atmosfera do ambiente. Cante um hino (pode ser um corinho) para que você se envolva no clima espiritual.

3. Agora feche os olhos – procure sentir a presença dos anjos e principalmente do Espírito Santo.

4. Lembre-se de suas necessidades – avalie sua vida nas áreas emocional, física, espiritual e também financeira.

5. Lembre-se das necessidades das pessoas pelas quais você deseja interceder – avalie em quais áreas necessitam do socorro divino.

6. Pense no que você tem para agradecer a Deus – concentre-se nas bênçãos e veja como Ele tem sido bondoso e misericordioso com você.

7. Comece a conversar com Deus: – Continue agradecendo; interceda pelas pessoas que você se lembrou; peça por você mesmo; fale sobre ideias, planos e sonhos; conclua, reconhecendo a soberania e o socorro divino.

8. Abra os olhos e permaneça ajoelhado – observe como Deus está presente.

9. Abra a Bíblia, ainda ajoelhado (se for de sua preferência), e comece a ler até que você encontre um texto que represente uma resposta direta de Deus para você.

10. Levante-se (se estiver ajoelhado) e encontre um lugar confortável para meditar sobre a resposta de Deus. Invista o tempo que desejar. E, depois que você terminar, continue falando com Deus durante o restante do dia. “Orai sem cessar” (1Tessalonicenses 5:17). Deus age com cada ser humano de forma personalizada. Cada pedido atendido, adiado ou negado por Deus compreende todo o Seu cuidado para conduzi-lo à salvação.

Quando pedimos uma graça ao Senhor, necessitamos recordar que não estamos sozinhos. A nossa vida está ligada a uma teia complexa que envolve o presente e o futuro de outras vidas também. Continue buscando, pedindo e batendo à porta da graça de Cristo Jesus. Esse é o plano para o crescimento da fé e o fortalecimento da experiência pessoal com Deus. Com certeza, os que oram com insistência receberão sempre muito mais, porque se sentem dependentes das providências do Senhor. Por estas e outras razões, o Espírito Santo convoca Seu povo para interceder com muita vontade e viver uma riqueza de experiências maravilhosas na utilização de tão poderosa ferramenta. Mesmo que você esteja necessitando tanto de intercessão, não se esqueça de que também pode interceder por outras pessoas. Faça uso da oração, como do oxigênio, para respirar e descubra que há muito mais poder à sua disposição do que você sempre imaginou. Ore de verdade e seja feliz!

(Manassés Queiroz - publicitário)


A oração, que é o "abrir do coração a Deus, como a um amigo", é uma das principais chaves para o reavivamento e reforma de cada pessoa. Deve acontecer de modo formal (com rotinas de horários e duração estabelecidos) e informal (a todo momento). Na verdade, o conhecimento de que Deus é onisciente e onipresente, deve nos levar a uma vida de oração incessante, pois vivemos em Sua presença. Nada foge de Seu controle, e para tudo podemos obter Seu conselho

!

quarta-feira, 18 de julho de 2012


Ninguém além de Cristo na Terra desde que o mundo é mundo pronunciou-se como sendo a própria verdade, Jesus é a soma de toda justiça, de toda virtude, de toda fé. Por isso Ele como homem Deus intitulou a si mesmo como a própria verdade de que todo homem anseia. Muitas vidas são baseadas em mentiras, em ilusões, em falsas aparências, o manifestar de Cristo na vida de qualquer homem revela a face da verdade e da descoberta de si mesmo. Não podemos e nunca deteremos a verdade absoluta em diversas questões de nossa existência, pois a verdade se manifesta através de um Deus que ilumina tudo que é obscuro e mentiroso. Satanás é o pai da mentira desde o início, e não há firmeza nem luz nele pois tudo que toca se baseia em ilusão, Cristo manifesta a verdade e a luz em nossas vidas. Jesus é a verdade e a vida e ninguém vai ao Pai senão por ele. Graça e Paz.

terça-feira, 17 de julho de 2012


3 Dicas – “Quero ter uma vida espiritual muito forte, mas o problema é minha vida sentimental”





Aline: “Olá! Eu me decidi e quero entrega minha vida a Deus mais e mais. A cada dia desejo fazer Sua vontade e Sua obra realizar com mais perfeição. Quero ter uma vida espiritual muito forte. O problema é minha vida sentimental, mas terminei meu namoro de um ano, namoro muito intenso, terminamos as uns três meses. Ele disse que não queria namorar, não queria nada a serio e sentia vontade de fica com outras meninas. Sei que o nosso namoro não estava agradando a Deus, mesmo eu e ele frequentando a igreja e conhecendo a palavra de Deus o Senhor queria mais de mim. Mas, continuo gostando muito dele. Nosso termino foi amigável e existe muito carinho entre nós. Tenho dúvidas! Eu pedi uma pessoa ao Senhor e tudo que pedi eu vi nele. Às vezes eu acho que é ele o meu prometido. Orei ao Senhor e disse que quero ele, mas que permanecesse a vontade de Deus, porque ele sabe o que e melhor pra mim. Me refugio no Senhor a cada dia e nas minhas orações peço pra Deus cuidar dele. Falo com Deus pra ele me ajude, pra não ficar confusa nem esperar o que não e meu”.


Amiga, você saiu de um relacionamento para viver de forma mais inteira uma experiência com Deus. Você disse que seu relacionamento não estava agradando a Deus da forma como ele estava acontecendo. Estou percebendo em você um interesse maior em buscar a Deus e percebo, pelas suas palavras, que o seu ex-namorado está buscando outras coisas.

Vamos às 3 Dicas:

1.O seu namoro terminou porque vocês estão em caminhos opostos. Não se constrói um futuro com Deus desta maneira. É claro que você ainda o ama e somente o Espírito Santo no decorrer do tempo poderá ajudar você a esquecê-lo. Portanto, aguenta firme que passa.

2.Você demonstra pelas suas palavras seu desejo de entregar sua vida para Deus. Não existe aspiração mais superior e mais gratificante do que esta. Apegue-se ao Senhor em oração e estudo das Escrituras Sagradas porque o Senhor deseja lhe dar sabedoria e suprir suas necessidades mais profundas e tudo o mais lhe será acrescentado.

3.Você não precisa ficar confusa, porque se Deus tem a intenção de converter o coração do seu ex-namorado e devolvê-lo para você, Ele fará de uma maneira que você não terá dúvida. Se Deus tem outro plano para você, também vai acontecer de forma tranquila. Você é serva do Senhor e não precisa entrar em uma disputa – tenha fé! Por enquanto, esqueça-o e toque sua vida com Deus. Sua vida nas mãos de Deus estará bem cuidada e tudo virá ao Seu tempo.

Nosso texto: Provérbios 19:21

“Muitos propósitos há no coração do homem, porém o conselho do SENHOR permanecerá.”