ANJO
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Linda história de vida...Para refletir.
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem que acreditava em Deus,e sabia que Ele o protegeria! Durante a viagem,quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram,mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando á deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar á praia,cansado,porém vivo,agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte.Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa,mas um abrigo tosco,porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus... Porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia ele estava pescando e quando terminou,havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante,estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém,ao voltar-se na direção de sua casa foi uma decepção,ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: _"Deus!como é que o senhor podia deixar isto acontecer comigo? O senhor sabe que eu preciso muito desta casa para me abrigar... e o senhor deixou minha casa queimar todinha,Deus,o senhor não tem compaixão de mim?" Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: _"vamos rapaz?"Ele se virou para ver quem estava falando com ele....e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "vamos rapaz nós viemos te buscar." _"Mas como é possível?como vocês souberam que eu estava aqui? "Ora,amigo!vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro." "O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante." Os dois entram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos..... "Esta história é para refletimos,e
pensarmos que tudo é possível quando acreditamos que Deus existe e ele é maior do que tudo....as vezes reclamamos de pequenas coisas quando temos simplesmente a vida...." Esta aqui uma linda lição de vida para todos nós....agradeça sempre á Deus pelo simples fato de estarmos vivos,com saúde e um teto para nos abrigar.....
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Ele Experimentou a Morte
Vemos, todavia, Aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e de glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte. Hebreus 2:9
O que o apóstolo quis dizer ao afirmar que Jesus “experimentou” a morte? Crisóstomo, pregador famoso e eloquente dos primeiros séculos do cristianismo, interpretou essas palavras de forma muito interessante. Ele relacionou Jesus a um médico que, a fim de encorajar o paciente a tomar o remédio amargo, encosta os lábios no copo e toma um golinho. Assim, argumentou Crisóstomo, Jesus experimentou apenas o suficiente da amargura da morte para saber como é.
Crisóstomo foi um grande pregador, mas interpretou muito mal esse texto. Jesus não tomou apenas um gole do cálice da morte; Ele bebeu tudo até o fim. Por meio da palavra “experimentar”, o apóstolo tentou nos dizer que Ele realmente morreu, realmente experimentou a morte. Observe-O no Jardim do Getsêmani, lutando em oração diante da rejeição, da crueldade e dos açoites que O aguardam, especialmente da separação do Pai ao ser pendurado na cruz do Calvário. Observe-O agonizando em oração, rogando por outro caminho. Ouça o rogo melancólico, proferido três vezes: “Meu Pai, se for possível, afasta de Mim este cálice; contudo, não seja como Eu quero, mas sim como Tu queres” (Mt 26:39). Mas isso era impossível, se desejava ganhar o mundo de volta para Deus. Assim, Ele aceitou o cálice, escolheu a morte, morreu só, morreu por todos. Ele experimentou a morte – não apenas a morte física, mas o horror da separação de Deus, que a Bíblia chama de “segunda morte” (Ap 20:6).
O apóstolo nos diz que Jesus experimentou a morte “pela graça de Deus”. Acho estranha essa expressão. O favor de Deus levou Jesus à morte. Apesar de a maioria dos manuscritos antigos trazerem essa expressão, alguns dos primeiros manuscritos apresentam uma variante surpreendente. Em vez de “pela graça de Deus”, estão as palavras “sem Deus”.
A mudança envolve apenas duas letras do alfabeto grego. O que parece é que algum escriba, provavelmente no segundo século, mudou duas letras ao copiar o texto. Talvez tenha achado a ideia de Jesus morrer “sem Deus” muito difícil de compreender e fez a mudança para “pela graça de Deus”.
Mas Jesus realmente morreu sentindo-Se totalmente sozinho, totalmente esquecido. “Meu Deus! Meu Deus! Por que Me abandonaste?” (Mt 27:46).
Oh, que Salvador, capaz de chegar a tal ponto por você e por mim!
A Graça é uma Unção
És dos homens o mais notável; derramou-se graça em Teus lábios, visto que Deus Te abençoou para sempre. Salmo 45:2
O Salmo 45 tem fascinado e inspirado os seguidores de Jesus Cristo por séculos. Apesar de em seu contexto original ser uma canção de louvor ao rei e à sua noiva, os cristãos viram, e veem, um segundo significado – um hino a um Rei maior do que Davi, ao verdadeiro Messias de Israel.
Tão exaltada é a descrição que não corresponde a nenhum monarca de Israel. No verso 6 lemos: “O Teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre.” No Novo Testamento, o escritor do livro de Hebreus cita essas palavras como parte de seu argumento de que Jesus, o Filho de Deus, é maior do que qualquer anjo (Hb 1:4-14).
A meditação nesse salmo inspirou a composição de hinos. Dos versos: “Prende a espada à cintura, ó Poderoso! Cobre-Te de esplendor e majestade. Na Tua majestade cavalga vitoriosamente pela verdade, pela misericórdia e pela justiça; que a Tua mão direita realize feitos gloriosos” (Sl 45:3, 4) resultou o inspirado “Jesus Conquista” (HASD, 75). Do trecho: “Todas as Tuas vestes exalam aroma de mirra, aloés e cássia; nos palácios adornados de marfim ressoam os instrumentos de corda que Te alegram” (v. 8) surgiu o solo na língua inglesa “Out of the Ivory Palaces” [Nos Palácios de Marfim].
E o salmista exclama: “És dos homens o mais notável; derramou-se graça em Teus lábios” (v. 2). Aqui a graça é uma unção, como o fragrante óleo derramado sobre a cabeça de Arão, que escorreu por sua barba e por suas vestes (Sl 133:2).
Na ocasião em que Jesus visitou Nazaré, cidade em que foi criado, e levantou-Se para pregar na sinagoga, escolheu a predição de Isaías sobre o Messias: “O Espírito do Senhor está sobre Mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres” (Lc 4:18, ARA; Is 61:1, 2, ARA).
À medida que falava, “todos Lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios” (Lc 4:22, ARA).
Lábios ungidos, de fato! Lábios que proferiram palavras de esperança, de ânimo. Lábios que sorriram para as criancinhas. Lábios que clamaram ao Pai celestial durante noites inteiras de oração. Lábios que agonizaram no Getsêmani, à sombra da cruz. Esse foi Jesus, o Messias, o Ungido, cheio de graça e verdade. Esse foi – e é – nosso Salvador, Senhor e Amigo.
Apesar de nunca atingirmos a perfeição de Sua existência, Ele nos chama a seguirmos os Seus passos. Nós também podemos conhecer a unção da graça, em nossos lábios, em qualquer lugar. Sim, hoje. Agora. Apenas peça-a a Ele.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
16 maneiras de destruir um casamento
1 – Parar de dialogar de maneira aberta e sincera.
2 – Alimentar a ira e ser sempre egoísta, rude e violento(a).
3 – Nunca perdoar seu cônjuge, por menores que sejam os erros dele.
4 – Passar o maior tempo possível deprimido(a) e com pensamentos negativos.
5 – Convencer seu cônjuge de que os filhos são muito mais importantes para você que ele.
6 – Ser sempre indolente e recusar-se a fazer sua parte nas tarefas de casa ou do trabalho.
7 – Gastar dinheiro com futilidades e sempre assumir dívidas altas.
8 – Adquirir vícios ou hábitos nocivos e defender seu direito de conviver com eles.
9 – Não se importar com as necessidades sexuais de seu cônjuge, desde que você obtenha o que deseja.
10 – Habituar-se a ver filmes, revistas ou propagandas com cenas de sexo explícito e comparar com seu marido (esposa) as imagens e, acima de tudo, mencionar a outras pessoas quem você acha mais atraente.
11 – Ser firme com seu marido (esposa) e recusar-se a dizer: “Desculpe-me”, “Perdoe-me” ou “Você está perdoado(a)”.
12 – Tirar Deus e seu cônjuge da lista de prioridades.
13 – Ameaçar pedir divórcio todas as vezes que surgir um conflito entre vocês.
14 – Ter um relacionamento extraconjugal ou alimentar uma paixão por outra pessoa que não seja seu marido (esposa).
15 – Sair de casa e não tentar reconciliar as diferenças.
16 – Desistir de Deus e recusar-se a acreditar que Ele é um Deus de milagres, com o poder de restaurar o amor e a esperança.
(Efésios 5:33).
2 – Alimentar a ira e ser sempre egoísta, rude e violento(a).
3 – Nunca perdoar seu cônjuge, por menores que sejam os erros dele.
4 – Passar o maior tempo possível deprimido(a) e com pensamentos negativos.
5 – Convencer seu cônjuge de que os filhos são muito mais importantes para você que ele.
6 – Ser sempre indolente e recusar-se a fazer sua parte nas tarefas de casa ou do trabalho.
7 – Gastar dinheiro com futilidades e sempre assumir dívidas altas.
8 – Adquirir vícios ou hábitos nocivos e defender seu direito de conviver com eles.
9 – Não se importar com as necessidades sexuais de seu cônjuge, desde que você obtenha o que deseja.
10 – Habituar-se a ver filmes, revistas ou propagandas com cenas de sexo explícito e comparar com seu marido (esposa) as imagens e, acima de tudo, mencionar a outras pessoas quem você acha mais atraente.
11 – Ser firme com seu marido (esposa) e recusar-se a dizer: “Desculpe-me”, “Perdoe-me” ou “Você está perdoado(a)”.
12 – Tirar Deus e seu cônjuge da lista de prioridades.
13 – Ameaçar pedir divórcio todas as vezes que surgir um conflito entre vocês.
14 – Ter um relacionamento extraconjugal ou alimentar uma paixão por outra pessoa que não seja seu marido (esposa).
15 – Sair de casa e não tentar reconciliar as diferenças.
16 – Desistir de Deus e recusar-se a acreditar que Ele é um Deus de milagres, com o poder de restaurar o amor e a esperança.
Nota: São16 atitudes que devem ser evitadas pelo casal para que possam ser felizes.
"Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito"(Efésios 5:33).
A estrada da vida
Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte. Provérbios 14:12, NVI
Nosso dia começou cedo, porque tínhamos uma viagem de 14 horas pela frente. Estávamos voltando para casa após visitar nosso filho e sua família.
A viagem de retorno, porém, seria diferente porque levaríamos mais dois passageiros, além de um cachorro. Nosso filho e sua menina de 8 anos viajariam conosco. Meagan estava particularmente eufórica, porque
dentro de pouco tempo veria sua priminha de três anos, Jasmine. Elas não se viam com frequência; por isso, seria divertido para as duas. Meagan se entretinha no carro, com brincadeiras de adivinhar com seu pai, quebra-cabeças com labirintos num livro ou simplesmente afagando seus brinquedos de pelúcia. Ocasionalmente, ela perguntava: “Estamos quase chegando?” Uma de nossas paradas foi perto de um riacho da montanha. Fazia bem poder esticar as pernas. Mas em seguida era hora de partir novamente.
Depois de mais algumas horas, Meagan perguntou de novo se estávamos chegando. Respondi que faltavam só mais três horas.
Agora era o pai dela quem dirigia. Já estava escuro, mas nos sentíamos relativamente seguros viajando numa rodovia de quatro pistas. Tínhamos, porém, consciência do perigo de cervos e outros animais silvestres na estrada. De repente, nosso filho viu luzes vindo em nossa direção, na mesma pista. Verificando rapidamente, ele conseguiu passar para a pista da direita, no instante em que um caminhão puxando um trailer passou por nós em velocidade máxima. Perguntamo-nos: O que está pensando esse motorista? Não percebeu que não é uma rodovia de mão dupla? Imediatamente, meu esposo ligou para o 911 e fizemos um retorno na rotatória seguinte. Sendo médico, nosso filho queria estar no local, e disponível, para auxiliar em caso de algum acidente. Então notamos, pelos faróis traseiros do caminhão, que ele havia parado. Teria percebido que estava na direção errada?
Mais um vez, fizemos o retorno e continuamos na direção certa. Estremeci, ao pensar em quão tragicamente poderia ter terminado nossa viagem. Na verdade, Deus ouvira a oração no início daquele dia, e enviara Seus anjos para nos proteger.
Na estrada da vida, nós – ou outras pessoas – podemos estar na direção errada, espiritualmente. Devemos pedir que Deus envie Seu auxílio para lá também, a fim de que nem nós nem elas sofram um acidente fatal.
Nosso dia começou cedo, porque tínhamos uma viagem de 14 horas pela frente. Estávamos voltando para casa após visitar nosso filho e sua família.
A viagem de retorno, porém, seria diferente porque levaríamos mais dois passageiros, além de um cachorro. Nosso filho e sua menina de 8 anos viajariam conosco. Meagan estava particularmente eufórica, porque
dentro de pouco tempo veria sua priminha de três anos, Jasmine. Elas não se viam com frequência; por isso, seria divertido para as duas. Meagan se entretinha no carro, com brincadeiras de adivinhar com seu pai, quebra-cabeças com labirintos num livro ou simplesmente afagando seus brinquedos de pelúcia. Ocasionalmente, ela perguntava: “Estamos quase chegando?” Uma de nossas paradas foi perto de um riacho da montanha. Fazia bem poder esticar as pernas. Mas em seguida era hora de partir novamente.
Depois de mais algumas horas, Meagan perguntou de novo se estávamos chegando. Respondi que faltavam só mais três horas.
Agora era o pai dela quem dirigia. Já estava escuro, mas nos sentíamos relativamente seguros viajando numa rodovia de quatro pistas. Tínhamos, porém, consciência do perigo de cervos e outros animais silvestres na estrada. De repente, nosso filho viu luzes vindo em nossa direção, na mesma pista. Verificando rapidamente, ele conseguiu passar para a pista da direita, no instante em que um caminhão puxando um trailer passou por nós em velocidade máxima. Perguntamo-nos: O que está pensando esse motorista? Não percebeu que não é uma rodovia de mão dupla? Imediatamente, meu esposo ligou para o 911 e fizemos um retorno na rotatória seguinte. Sendo médico, nosso filho queria estar no local, e disponível, para auxiliar em caso de algum acidente. Então notamos, pelos faróis traseiros do caminhão, que ele havia parado. Teria percebido que estava na direção errada?
Mais um vez, fizemos o retorno e continuamos na direção certa. Estremeci, ao pensar em quão tragicamente poderia ter terminado nossa viagem. Na verdade, Deus ouvira a oração no início daquele dia, e enviara Seus anjos para nos proteger.
Na estrada da vida, nós – ou outras pessoas – podemos estar na direção errada, espiritualmente. Devemos pedir que Deus envie Seu auxílio para lá também, a fim de que nem nós nem elas sofram um acidente fatal.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Deus é bom
Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre. Salmo 23:6
Quando falamos com o Senhor e reconhecemos Suas bênçãos de bondade e amor, há muito pelo qual sermos agradecidas.
Minha amiga, que conheci num retiro de mulheres, ensinou-me muito, por seu exemplo de singela confiança em Deus. Quando viajei com ela de carro, notei como falava em voz alta com Jesus, pedindo segurança e orientação. Ela negociava problemas do trânsito com paciência e calma, e não pude deixar de sentir a presença de Jesus conosco. Eu nem devia ter-me admirado diante disso, porque a Bíblia nos diz: “Aproximem-se de Deus, e Ele Se aproximará de vocês!” (Tiago 4:8, NVI). É possível que, às vezes, nos esqueçamos dessas coisas, e é bom ter uma amiga – ou ser a amiga – que anima outra na caminhada diária com Jesus.
Há ocasiões incontáveis em que a bondade de Deus nos cerca, mesmo nas lutas da vida. Alguns anos atrás, nosso filho mais novo foi deixado pela esposa. Ele ficou com dois meninos, de 7 e 8 anos, para criar sozinho. Ter a responsabilidade exclusiva pelo cuidado deles significou alguns períodos difíceis. A natureza do seu emprego envolvia viagens regulares fora do estado, para gerenciar os negócios de uma grande empresa. Nessas ocasiões, meu esposo e eu íamos cuidar dos meninos em Adelaide, umas duas horas de onde moramos. Como todos os pais fazem, anelávamos a felicidade e estabilidade da nossa família, e por isso a situação se tornou motivo de oração.
Não sei como Deus atua ao responder às nossas petições, mas podemos descansar sabendo que Ele ouve, Se interessa e faz o que é melhor pelas nossas necessidades específicas. Num acampamento do Ministério da Mulher, senti-me impressionada a colocar o nome do nosso filho num diário de oração: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16). O Senhor achou por bem responder mandando uma admirável mulher para nosso filho, e, no devido tempo, casaram-se. Louvamos a Deus por essa bondade, pois os dois meninos tiveram, então, a oportunidade de crescer num ambiente familiar cristão.
Olhando para trás, para as evidências da guia de Deus na minha vida e na de minha família, creio firmemente que é só pela prática da presença de Cristo na vida que podemos resistir. Que eu testemunhe disso aos outros, assim como minha amiga revelou por seu exemplo para mim – Deus é bom!
Quando falamos com o Senhor e reconhecemos Suas bênçãos de bondade e amor, há muito pelo qual sermos agradecidas.
Minha amiga, que conheci num retiro de mulheres, ensinou-me muito, por seu exemplo de singela confiança em Deus. Quando viajei com ela de carro, notei como falava em voz alta com Jesus, pedindo segurança e orientação. Ela negociava problemas do trânsito com paciência e calma, e não pude deixar de sentir a presença de Jesus conosco. Eu nem devia ter-me admirado diante disso, porque a Bíblia nos diz: “Aproximem-se de Deus, e Ele Se aproximará de vocês!” (Tiago 4:8, NVI). É possível que, às vezes, nos esqueçamos dessas coisas, e é bom ter uma amiga – ou ser a amiga – que anima outra na caminhada diária com Jesus.
Há ocasiões incontáveis em que a bondade de Deus nos cerca, mesmo nas lutas da vida. Alguns anos atrás, nosso filho mais novo foi deixado pela esposa. Ele ficou com dois meninos, de 7 e 8 anos, para criar sozinho. Ter a responsabilidade exclusiva pelo cuidado deles significou alguns períodos difíceis. A natureza do seu emprego envolvia viagens regulares fora do estado, para gerenciar os negócios de uma grande empresa. Nessas ocasiões, meu esposo e eu íamos cuidar dos meninos em Adelaide, umas duas horas de onde moramos. Como todos os pais fazem, anelávamos a felicidade e estabilidade da nossa família, e por isso a situação se tornou motivo de oração.
Não sei como Deus atua ao responder às nossas petições, mas podemos descansar sabendo que Ele ouve, Se interessa e faz o que é melhor pelas nossas necessidades específicas. Num acampamento do Ministério da Mulher, senti-me impressionada a colocar o nome do nosso filho num diário de oração: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16). O Senhor achou por bem responder mandando uma admirável mulher para nosso filho, e, no devido tempo, casaram-se. Louvamos a Deus por essa bondade, pois os dois meninos tiveram, então, a oportunidade de crescer num ambiente familiar cristão.
Olhando para trás, para as evidências da guia de Deus na minha vida e na de minha família, creio firmemente que é só pela prática da presença de Cristo na vida que podemos resistir. Que eu testemunhe disso aos outros, assim como minha amiga revelou por seu exemplo para mim – Deus é bom!
Pertencer e Servir
Porque, esta mesma noite, um anjo de Deus,
de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo.
Atos 27:23, ARA
Paulo é o remetente; os destinatários, um grupo de pessoas desesperadas. Ao todo eram 276 pessoas e, por 14 dias e noites de terrível angústia, parecia que seriam todas sepultadas nas águas do oceano à medida que o navio em que estavam a bordo era surrado pelo vento e esmurrado pela violenta tempestade.
A viagem tinha sido arriscada desde o início. Paulo havia advertido de que não era mais época de tentar prosseguir viagem pelo Mediterrâneo. O responsável, porém, decidiu seguir o conselho do comandante e do proprietário do navio. Não era de admirar que o desastre os tivesse atacado repentinamente.
Por 14 dias estiveram à beira da morte. A esperança de todos de encontrar um lugar seguro parecia ter desaparecido. Paulo, no entanto, os animou. Disse-lhes que um anjo havia aparecido para ele durante a noite, assegurando de que Deus pouparia a vida de todos a bordo, apesar de o navio se perder. Para demonstrar sua confiança nas palavras do anjo, Paulo se alimentou (na luta pela sobrevivência, ninguém havia comido até aquele momento a fim de poupar alimento) e insistiu para que os outros fizessem o mesmo.
Gosto muito da maneira com que Paulo descreveu seu relacionamento com Deus: “de quem sou e a quem sirvo”. Aqui estava a confiança de Paulo de que tudo acabaria bem; aqui encontramos a fonte de sua força em meio à incerteza, sua calma em meio à tempestade.
Esse ainda é um resumo bom e preciso da vida cristã: pertenço a Deus e O sirvo. Podemos mudar um pouquinho e dizer: pertenço a Deus; por isso, O sirvo.
Anos antes, o mesmo apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, instando que se abstivessem da imoralidade sexual: “Acaso não sabem [...] que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo” (1Co 6:19, 20). E quanto a nós hoje, sabemos disso? Não somos de nós mesmos, não somos livres para “fazer o que bem entendemos”. Pertencemos a Deus! Fomos comprados por preço, alto preço, a vida do Senhor Jesus Cristo.
Paulo utilizou com frequência o termo doulos para descrever seu relacionamento com Deus. Esse termo significa escravo ou servo, como podemos ver em Romanos 1:1: “Paulo, servo de Cristo Jesus.” Jesus é o Senhor; nós, Seus servos. Vivemos por Ele e O servimos. Não por obrigação, mas de todo coração. Ele é o Senhor do amor; sujeitamo-nos a Ele com alegria e O servimos com prazer.
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